#ShrekCamp #1 – Como foi

Posted by Bruno Fontes on novembro 15th, 2009

Vou fazer um post bem Ogro para comemorar o #ShrekCamp #1!

Preciso dizer alguma coisa?

Teve chopp, comida, Wifi, Twitter, muitas risadas, papo nerd, oficinas de como comer hambúrguer pelo @AleJohnny, moda no futebol pelo @Evidente e foi sorteado uma Backer (cerveja com aroma de chocolate).

É claro, além das conversas sobre mulheres!

As minhas fotos (tb ogras e sem edição) estão em:
http://www.flickr.com/photos/brunofontes/sets/72157622683007907/

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Vestuário como forma de expressão

Posted by Bruno Fontes on novembro 13th, 2009

Roupa sempre foi sinônimo de expressão. A roupa que uma pessoa veste mostra muito sobre ela.
Facilmente você identifica grupos como roqueiros, skatistas, nerds, mauricinhos, patricinhas e até mesmo um pouco da personalidade, como as pessoas mais tranquilas, que não se importam em estar ou não arrumadas, as que querem mostrar que tem dinheiro etc.

Além disto, o tipo de vestimenta também varia muito do local em que está. Biquinis e sungas de banho são totalmente aceitáveis e bem vindos na praia ou piscina, pois eles tem a sua utilidade. Já fora delas, o uso é completamente desnecessário e incômodo.

Estes detalhes acabaram se tornando regras da sociedade. Não acredita? Então experimente ir de chinelo, bermuda e camiseta suja em um casamento!
Neste ponto, acredito que você concorde comigo que o tipo de roupa, dependendo do ambiente, causa uma impressão sua diferente nas pessoas. E a forma como você se veste pode, ou não, ser considerada inadequada ou mesmo proibida.

Ao fugir destes padrões impostos pela sociedade, você está aberto a críticas ou mesmo proibições. Em muitas lojas não se pode entrar sem camisa ou descalço. E ao insistir nisto, você sabe que será criticado. Ninguém vai em uma reunião com o cliente de tênis, bermuda e camisa florida sem saber o que está tentando causar.
E esta regra serve para qualquer situação. A gravidade de entrar em uma loja sem camisa, onde esteja uma placa proibindo isto ou andar de sunga pelas ruas é a mesma. Fatalmente um policial acabará sendo chamado.

Foto por Peter Davis
Foto por Peter Davis
Sou muito macho! Só gosto de usar uma roupa diferente…

Isso é claro e óbvio. Voltando ao início do texto, a roupa atua como uma forma expressão. Um homem que saia de vestido, baton e bolsa pelas ruas não tem como exigir respeito e querer que todos afirmem sua masculinidade. Ele será taxado de homossexual.

E finalmente entrando no caso Uniban, é exatamente isto que ocorre. Ao utilizar uma roupa inadequada ao local em que está, já com intenção de provocar (pois ninguém faz isto sem saber o que está fazendo), você vai ser criticada, vão fazer comparações as prostitutas, que são conhecidas por usar roupas muito curtas independente do lugar onde estão e, claro, pode acabar como no caso citado anteriormente de ser necessário chamar a polícia.

Se ela está certa ou não, quem somos nós para dizer? Mas assim como roubo é roubo, independente de ser uma maçã ou um carro 0Km, quebrar esta “lei” é considerado um “crime” para a sociedade. Seja utilizando um vestido curto ou indo de calcinha e sutiã para a universidade.

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Google Wave

Posted by Bruno Fontes on novembro 12th, 2009

O que mais ouvi falar nos últimos dias, é que as pessoas não gostaram ou não entenderam para que serve exatamente o Google Wave. Porém ontem chegou a minha vez, recebi o convite e comecei a testar a ferramenta.

É claro, a lei de Murphy não falha. Logo após começar ocorreu o apagão no Rio, que me deixou na vontade.
Mas depois pude completar o teste e descobri uma fantástica ferramenta colaborativa!

Então se você ainda não entendeu como funciona e quer saber como usar o Google Wave, ou ainda ouviu dizer mas não sabe o que é, vou dar uma prévia.

Ao abrir, me lembrei um pouco do Microsoft Outlook, pastas na esquerda, junto com os contatos, a Caixa de Entrada (Inbox) ao centro, e o visualização das waves na direita.
Utilizando com mais calma, reparei que esta organização é personalizável, o que ajuda muito se você utilizar uma resolução menor.

A princípio, posso me arriscar a dizer que o Wave é uma mistura de e-mail, ou ainda do Gmail, com o Google Talk. Você pode enviar uma wave para a pessoa, que ficará na caixa de entrada dela até que ela entre e veja.
E se vocês dois estiverem online no mesmo momento, tem uma indicação de que a pessoa está online e um consegue ver o outro digitando, alterando ou incluindo qualquer coisa na Wave.
Cada insersão desta, que assemelha-se a uma mensagem de gtalk, chama-se blip.

Mas a grande diferença aí, é que você pode editar os blips enviados!

Agora pense nas possibilidades: Ao editar um blip, podemos organizar um material já enviado anteriormente e manter aquele “documento” (neste momento me lembra um pouco o Google Docs, com compartilhamento) sempre atualizado, com toda a linha do tempo e debate de como se chegou e porque se chegou naquela conclusão nos blips subsequentes.

Para melhorar ainda mais, cada wave pode ter vários participantes, e ser aplicados tags, tornando assim uma ótima ferramenta para fazer trabalhos de faculdade, pós ou mesmo trabalhar, quando se tem muita gente participando e precisa-se chegar a um resultado comum. Eu já estou usando com propósito parecido e digo, estou adorando!

Para finalizar com chave de ouro, além de ter a possibilidade de incluir anexos, fotos, vídeos etc nos blips diretamente, ou por meio de busca no Google de dentro do próprio wave e o inserir, a Google abriu as portas de vez para a inovação, permitindo a instalção de plugins!

Para ser perfeito mesmo, só faltou o Wave aceitar receber e-mails, já que utiliza o mesmo padrão de endereçamento para seus contatos. Pelo menos nos testes que fiz, não recebi mensagem de erro ao enviar um e-mail para o meu Google Wave, mas também não recebi o e-mail no Wave.

É óbvio, a ferramenta acabou de ser lançada e ainda tem alguns pequenos bugs, mas nada que não seja corrigido durante o tempo.

E você, já usou? Gostou? Odiou? Deixe sua opinião aqui!

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#ShrekCamp ou #BolinhaCamp

Posted by Bruno Fontes on novembro 8th, 2009

Ogros são sempre ogros, mesmo que disfarçados de nerds.

Foi pensando nisso, que resolvemos abrir este espaço. Enquanto nossas namoradas, noivas e esposas estão no #LuluzinhaCampRJ, nós, ogros de carteirinha, vamos aproveitar o espaço e ter o nosso encontro!

O motivo principal é falar de nossos assuntos preferidos. Muito video-game, RPG, seriados, cultura nerd e qualquer outro papo que for de interesse na hora! É claro, tudo isso movido a cerveja!

Mas além disto, vamos aproveitar para rivalizar com as meninas! Mostrar para elas como é que se faz um evento de verdade, um evento ogro de verdade! E para isso adotamos um segundo nome, o #BolinhaCamp.

O dia e horário é muito fácil, o mesmo delas: 14/11/09, das 13h às 19h.

E o local: Devassa Flamengo. Assim podemos deixá-las no #LuluzinhaCampRJ e correr pro bar evento!

Mapa do local: http://migre.me/b5zb

Para se inscrever, é só clicar aqui: http://migre.me/aNDz

E se quiser falar com os organizados, é só entrar em contato comigo (@brunofontes) ou com o Pedro Cardoso (@pedrocardoso)

Acompanhe o que andam falando sobre o #ShrekCamp / #BolinhaCamp na barra lateral!

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O país do medo

Posted by Bruno Fontes on outubro 21st, 2009

Você acorda de manhã, dá aquela caminhada gostosa até a padaria em uma manhã de sol. É um sábado, você não precisa ter pressa. Pode aproveitar para se distrair e relaxar quando ouve um estampido. Qual a primeira reação? Olhar ao redor e garantir que não é tiro.
Agora se fosse a noite que você estivesse indo na mesma padaria, nem tranquilo de casa sairia. Pior, talvez ficasse receoso de ir a pé.

Essa é a realidade do brasileiro. Não importa o dia, local ou horário, se está no Brasil, o medo é constante.
Medo de tiro, medo de assalto, sequestro relâmpago, roubo de carro, bater carteira, bala perdida, troca de tiros entre bandidos, guerra de tráfico ou até mesmo de levar fechada no trânsito, dar aquela buzinada e ser surpreendido com uma arma de quem o fechou apontada pra você.

O medo é tão grande que as pessoas deixam de sair, isso enfraquece o comércio, deixa o bairro mais triste e mais vazio, o que faz com que ele fique mais perigoso e se aumente o medo, gerando assim uma bola de neve.

Cores da noiteHoje temos o toque de recolher, não oficial, mas quem teria coragem de estar a pé, na rua, depois da meia noite?
As praças e parques são de uso quase exclusivo de moradores de rua. Para saber do que falo, basta sair da pequena área que é a Zona Sul do Rio e se aventurar por qualquer outra região. Centro, Zona Norte ou Zona Oeste! O que já era perigoso na Zona Sul, virou um “cada um por si” generalizado.

Me lembro que quando era menor, meus pais ficavam mais tranquilos quando havia polícia por perto. Hoje fico mais assustado, nunca se sabe quando algum marginal vai atacá-los. E se eu estiver passando por perto na hora?
Se estiver passando e vir muitos carros de polícia no bairro, o medo fica de lado e dá espaço ao pânico. Grande policiamento em um mesmo local no Rio significa que a situação está crítica.

Photo by Bruno FontesE se até a polícia tem medo dos bandidos, que fica mais claro em casos de roubos de carros, onde alguns policiais se recusam a subir favelas alegando ser perigoso, imagina para o cidadão comum?

O medo é tanto, que as vezes não se tem informações exatas se realmente está acontecendo algo em um bairro. Quem mora no local não tem coragem de sequer olhar pela janela, e os demais não tem coragem de ir até o local averiguar.

Neste final de semana alguns criminosos derrubaram um helicóptero da polícia a tiros. E agora, o que mais vai ser?
A regra continuará sendo ficar em casa? Continuando assim, nem poder mais ir trabalhar eu vou.

E como explicar para o meu filho, o dia que eu tiver, que ele não pode ter amigos ou brincar na rua pois é perigoso? Que os barulhos que ele ouve a noite são tiros, e os traçantes vermelhos não são fogos?

Se isto tudo não significa mais que o país está completamente entregue ao caos, eu não quero saber o que a expressão significa. Pra mim, o que acontece hoje já é pior do que o aceitável.

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Acho que aqui em cima eu estou seguro…

Mas como mudar? Difícil questão. Que político tem coragem de enfrentar toda esta criminalidade? Que juiz não aceitaria uma boa propina, sabendo que recusar poderia significar a morte de algum parente?

Então se não dá para começar por cima, que comece por baixo. Aqui, comigo e com você, ajudando a passar a maior quantidade de informações sobre tudo possível. Procurando votar não naquele que trará benefícios apenas para a sua carreira em específico, mas aquele político que tem visão geral do país e quer melhorá-lo como um todo!
Que tal utilizar mais o Disque Denúncia? Ou ainda tentar chamar a atenção de quem estiver no local ou mesmo da polícia sempre que ver algo estranho?

Como minhas ideias ainda estão um pouco limitadas, acabei de pensar neste post e escrever, então deixe sua ideia aqui. Vamos tentar chegar a um acordo de como transformar o nosso país em um lugar mais seguro para se viver.

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