(Por Bruno Fontes – favor não reproduzir sem atribuição dos devidos créditos!)

Não tem jeito, se há uma tag e há uma pessoa junta, a pessoa vai destruir a tag. Isto é parte de um comportamento involuntário do ser humano, é o instinto primitivo atuando com toda sua força.

Pode-se observar que o ser humano não consegue resistir a este ato, ao se trabalhar com um arquivo que contenham tags, ele vai diretamente alterar algo próximo à tag substituindo parte dela junto. Isto ocorre porque a tag hoje é vista como um caminho de retirar do homem seu direito de realizar tarefas simples, que agora são substituídos por processos onde a máquina insere estas tags nos arquivos.

Na história é fácil achar vestígios que isto não é apenas um privilégio dos povos modernos. No antigo Egito, já tornava-se claro uma tag bold sem estar fechando.
Tag bold sem estar fechando no Egito antigo

E até mesmo em documentos oficiais importantes, encontram-se links incompletos, destruídos sem piedade alguma .
Carta com tag destruida

Como lidar com isto?

Fato, não se conseguirá que uma pessoa passe por uma tag sem destruí-la de uma forma simples e rápida. Isto exigirá toda uma preparação da pessoa por processos que vão de psicólogos falando sobre o eu, pessoa, sendo um ser superior a máquina à habilidade de manipulação avançada do mouse, aprendendo a selecionar palavras ou frases e somente elas.
As maneiras mais eficazes são cursos de verão instruindo acabar com problemas de interação homem-máquina, problemas de B.I.O.S., os problemas que ocorrem entre a cadeira e o monitor e principalmente a certificação MSM-HFGE-MO (Microsoft Supreme Master Hiper Fucking Good Extreme Mouse Operator).

O preço (variado de acordo com o tamanho da turma) compensa o custo com manutenção e a perda de tempo para a identificação e correção do problema.

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