quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Natural até na COR

Não precisou muito. Uma volta corrida para casa, a fome apertando e uma casa de biscoitos no caminho foram o suficiente.

Comprei um biscoito, abri o pacote, retirei um e mastiguei. A sensação era tão boa que fechei os olhos e, ao abrir, estava em minha casa, sentado no chão, com meus 10 anos novamente. Um saco de Skiny aberto em minhas mãos, a figurinha, agora já lambida para limpar o resto do biscoito na outra e a boca cheia, mastigando.

Dava para ouvir outras crianças brincando na rua, o filme da Sessão da Tarde passando na TV. E aquele biscoito, que não dava vontade de parar de comer até que terminasse todo o saco.

Enquanto sentia o aroma de café, que vinha da cozinha, assistia TV pensando que logo poderia sair para brincar. Meus amigos na rua me esperavam, apesar do filme estar muito bom.

Ainda sem ter acabado de comer todo o biscoito, pego a figurinha, olho melhor pra ela, verifico se é adesivo e procuro um lugar para guardar. E dá-lhe comer biscoito. Mas ao levar novamente a mão no pacote, não encontro muitos, observo um último biscoito, o qual pego sempre pensando que o último é o mais gostoso.
Mastigo lentamente, de olhos fechados, aproveitando o máximo do sabor.


Ao acabar, estou de volta no ônibus, na correria do centro do Rio, pessoas falando alto, barulho do motor dos carros, buzinas e uma longa viagem pela frente até minha casa. Foi bom enquanto durou, mas amanhã, ah, com certeza tem mais!


*Este não é um post patrocinado. Sempre preferi o Skiny à outros biscoitos semelhantes.